segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Pelos finais



Final de ano


até as poesias


se entrelaçam


com o cansaço


de tudo terminar


com as palavras


que adormecem


numa esperança tola


que vir revestida


de branco e azul.

Fredericco Baggio

2 comentários:

Ricardo Valente disse...

É... o homem é quem põe um ponto final, que não é final de nada. Consola os fracos, enchendo-lhes de esperança. São datas, que mal ou bem, fazem a gente lembrar do que é o humano. Abração procê! (tenho lido teus posts, mas nem sempre comentado. Estão show!)

joão pedro wapler disse...

emocionante. fazia tempo que não ficava com os olhos úmidos.
vê se entra no meu blog: www.poesiaimoral.zip.net