sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Peso da Pena!





Pode até rir da minha solidão aparente

de quando caminho pelas ruas

Procurando estrelas cadentes

Em pleno meio dia

 

Tirou minha estúpida calma

De deitar em seus braços

E fingir um sorriso-travesseiro

De pena, que pena.

 

Leve

a forma pesada da tua Vida

Aguça a forma mais sutil de chorar

Fertiliza um modo de esquecimento

 

Esquece

faz relembrar da regra-mentira

De te morrer, de te matar

Lambendo as minhas coxas arredias

 

Nunca mais volte, nunca mais

Mais uma ultima lembrança fria

De pensar a maneira esquisita

Que pode rir... de mim.

 

Fredericco Baggio

5 comentários:

bailarina budista disse...

"Nunca mais volte, nunca mais
Mais uma ultima lembrança fria
De pensar a maneira esquisita
Que pode rir... de mim."

isso é um tiro.
maravilhoso.

Anônimo disse...

Você quer marionetes? Para com essa coisa maldita, dita, fudida e vem se consertar!

Pedro disse...

nunca mais tinha andado por aki, e vejo que continua perfeito, te amo...saudade

janaina disse...

sempre belo... sempre certo...
saudades

Rafael Pucca disse...

quando eu crescer, quero escrever que nem o tio baggio! hehehehe

bjo!!!